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Pela fachada já é possível perceber que o café Atelier Mecanic está longe de ser um café convencional. Com o logotipo formado por antigas ferramentas e enormes portas industriais de ferro pintadas em um belo tom de azul, o conjunto evoca um estilo industrial-chic.
O seu interior tem um clima vintage toma conta do espaço. O inusitado café está localizado em Bucareste, Romênia...


Janelas podem ganhar tantas utilidades quantas aquelas que nos lembrar-mos.
Encontrei várias formas de criar um painel de fotos reaproveitando janelas usadas e todos parecem bem simples de fazer.
O designer e professor turco Hakan Gürsu nos apresenta o Naturwall, uma parede modular reutilizando copos de café e chá para usar como um jardim vertical. O designer está até utilizando o projeto para criar divisórios no seu estúdio Designnobis.
Para fazer a parede o designer utiliza uma lâmina de alumínio e com os recortes corretos basta dobrar a lâmina para fazer o suporte para os vasos.
Uma garrafa de plástico com água e lixívia permite refletir a luz solar para o interior de barracas escuras. Solução tem sido usada em diversos países em desenvolvimento e as Filipinas implementaram uma campanha de distribuição de 10 mil garrafas-lâmpada.
Uma garrafa de água pode tornar-se uma fonte de energia para si e iluminar o seu quarto. Sim, é mesmo verdade. Focando-se no conceito de difracção da luz, estudantes do Massachusetts Institute of Technology já o tornaram realidade e este sistema está a ser usado para iluminar várias casas e habitações pobres. Estes bolbos de luz foram criados a partir de garrafas de plástico de 1 litro, umas colheres de chá de lixívia e alguma água.
Anke Domaske, de 28 anos, não é uma designer comum. É antes uma cientista com talento para o design de moda. Ex-estudante de Microbiologia, só após vários anos conseguiu apurar a sua receita, que dá pelo nome de QMilch.
Este tecido é feito a partir de concentrações elevadas de caseína, uma proteína do leite, e é a primeira fibra produzida inteiramente sem recurso a químicos.
“Tem uma textura semelhante à seda e não deita cheiro - pode ser lavado como qualquer outra roupa”, disse Domaske à Reuters a partir da cidade alemã de Hanôver.
De acordo com a Reuters, as fibras têxteis criadas a partir do leite já existem desde 1930, mas foram sempre produzidas de forma pouco ecológica, recorrendo a muitos químicos. Ao contrário destes protótipos, o QMilch é produzido quase inteiramente a partir de caseína, extraída de leite em pó desidratado e depois aquecido numa espécie de “máquina de picar carne” - explica a Reuters - junto com outros ingredientes naturais. Durante o processo de aquecimento, as moléculas combinam-se de uma forma que impede a decomposição da proteína. No final do processo obtêm-se fios de tecido que depois podem ser urdidos em tecidos.
Este processo - que usa leite que não seria comercializado - é feito num laboratório localizado perto da cidade de Bremen.
Dar nova vida as câmaras de pneus de bicicleta é o que a empresa Suíça tät-tat resolveu fazer. Pegou no material e resolveu transformá-lo em elásticos para o escritório.
A criação dos designers Brigitta e Benedikt Martig-Imhof custa (o pacote com 70 elásticos) 5 € na Plasticashop.
Reciclar tampas de pet – Bom para nós e o meio ambiente também! É melhor do que prendedores de plástico.
Corte logo abaixo do gargalo usando tesoura ou outro cortador.
Passe o saco plástico por dentro do gargalo cortado.
Depois basta fechar com a tampa. E pode usar nas embalagens de mantimentos, pães etc.
Produzido pela Blu Dot, o tapete Last Newspaper é produzido com jornais antigos entrelaçados e envoltos por uma trama de algodão.
De longe não se percebe a existência do jornal como material, mas ao se aproximar fica evidente a presença do material reciclado.
O tapete está disponível em três cores diferentes (cinza, roxo e ardósia) e em três tamanhos diferentes. Preços a partir de 108,00 €.
Um grupo de arquitetos e designers norte-americano pegou em 65 contentores e apresentou um projeto para um edifício dedicado à educação e a investigação ambiental em Long Beach, um dos portos mais movimentados do mundo.
Quem ainda debate a questão do terminal de contentores de Alcântara em Lisboa, poderá ficar interessado no novo projeto de arquitetura do “think-tank” APHIDoIDEA, da Califórnia, para a cidade portuária de Long Beach, perto de Los Angeles – o eCORRE (Environmental Center of Regenerative Research and Education) com objetivos pedagógicos e de investigação sobre questões como energia solar, aproveitamento da água da chuva e outros temas de interesse ambiental, como construir jardins nos telhados dos edifícios.
O eCORRE teria salas de aula, escritórios, uma praça pública e ainda um auditório. E para “praticar o que defende”, o edifício teria igualmente um jardim no telhado para aproveitar as águas da chuva. Long Beach é também um dos portos mais movimentados do mundo e a ideia de reutilizar 65 contentores ajudaria igualmente a transmitir uma mensagem ambiental.
Não se sabe se o eCORRE sairá algum dia do papel, mas, para já, o conceito valeu ao grupo APHIoIDEA um lugar de finalista no concurso Emergent Talent Design Competition (ETDC) 2011, realizado pelo U.S. Green Building Council.
Fantásticas esculturas criadas pelos artistas Mirko Siakkou-Flodin e Yong Ho Ji utilizando restos de pneus.
fonte: Mab Seixas