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007 Contra Goldfinger (1964):
O inconfundível Aston Martin DB5 é, sem dúvida, o carro mais famoso do agente secreto britânico – e também o mais presente, totalizando três filmes. O modelo era equipado com artefatos inusitados que ajudavam o espião em suas aventuras: metralhadoras, escudos blindados, serras para cortar pneus, lança-pregos e até mesmo bombas de gás.
Herbie (1968):
O pequeno carocha da Volkswagen foi estrela de cinco filmes – o mais recente deles teve como estrela actriz Lindsay Lohan em 2005 – e ficou famoso ao enfrentar diversos carros de corrida e ganhar a todos eles, tornando-se um ícone das corridas. A característica mais marcante do pequeno Herbie é a capacidade de expressar sentimentos – desde carinho até o mais hilariante acesso de fúria.
Back to the Future (1985-1990):
A famosíssima máquina do tempo de Michael J. Fox tomou as formas de um DeLorean DMC-12, um carro desportivo produzido no início dos anos 80 que teve apenas 8.543 unidades fabricadas, das quais sete foram destinadas à trilogia de ficção científica. A bordo do DMC-12, o público acompanhou as aventuras de Marti McFly e do atrapalhado cientista Emmett Brown em diversos períodos do século XX – e também do futuro.
60 Segundos (2000):
No filme, o protagonista interpretado por Nicolas Cage precisa roubar 50 carros em apenas uma noite para salvar a vida de seu irmão. E a lista é das melhores. Tem Lamborghinis, Ferraris e Mercedes-Benz, mas quem ganha a cena é o Ford Mustang Shelby GT500 1967 usado na última perseguição do filme. Baptizado de Eleanor, o fastback tornou-se rapidamente um dos ícones automóveis do cinema.
“Imagine: os ricos estão cada vez mais ricos. Mesmo os ricos da ficção”, escreve o jornalista da revista Forbes no artigo sobre as 15 personagens mais ricas do mundo ficcional.
Os membros da lista das mais ricas personagens de ficção de 2011 têm um valor líquido médio de 7 mil milhões de euros, um aumento de 20% do ano passado. No total, as 15 personagens valem 91 mil milhões de euros, mais do que o produto interno bruto da Nova Zelândia.
No topo da lista é Tio Patinhas, uma ave avarenta, conhecido bilionário, que armazena uma fortuna em moedas de ouro dentro da enorme caixa-forte da ‘Patópolis’. Com o preço do ouro a subir até mais de 30% ano sobre ano, o património líquido do Pato dispara para 30,5 mil milhões de euros.
Tem o seu mérito: faz corajosos investimentos de títulos do tesouro e minas, uma vez lutou com um urso por um frasco de mel com dois dólares lá dentro, e ainda guarda a primeira moeda de dez centavos que ganhou.
No segundo lugar da lista, Carlisle Cullen, da saga ‘O Crepúsculo’, que no ano passado tinha destronado o Tio Patinhas, acumula quase 25 mil milhões de euros. Com conta bancária aberta desde 1670, o vampiro tem a seu favor o facto de ser imortal e de poder viver dos juros dos investimentos. Com uma fortuna menos colossal, mas mais constante, Cullen tem ainda a ajuda da filha adoptiva, Alice, que prevê o futuro.
O magnata das imobiliárias, o Sr. Monopólio retorna à lista este ano com um património líquido de 1,8 mil milhões de euros, enquanto Montgomery Burns, o dono de Springfield, a cidade dos Simpsons, viu a sua fortuna encolher ligeiramente para 761 milhões de euros, devido a um ano económico muito difícil. Outros magnatas ficcionais tiveram um ano ainda pior e seis membros da lista do ano passado saíram do ranking em 2011.
Para se qualificarem para os “15 ficcionais”, a Forbes exige que os candidatos sejam uma criação ficcional de autor, uma regra que exclui as personagens mitológicas e folclóricas. Devem ser personagens de uma obra narrativa ou de uma série de obras, e devem ser conhecidos, tanto dentro do seu universo ficcional como pela sua audiência, por serem ricos.
Para já estão disponíveis seis imagens, das quais se destacam Barack Obama a beijar o presidente venezuelano Hugo Chavez e o Papa Bento XVI a dar um beijo na boca do Imã Al-Azhar.
Mais uma campanha publicitária da Benetton que promete dar polémica, com montagens de líderes políticos e religiosos a beijarem-se na boca - a marca de moda italiana fez furor com campanhas deste género na década de 90.
O tema central desta campanha intitulada "UnHate" é o beijo e resume-se a um slogan: "Neste mundo, o ódio nunca é apaziguado pelo ódio. Só o não odiar pode apaziguar o ódio".
Esta manhã, a fotografia onde se vê o Papa Bento XVI a beijar o Imã egípcio foi colocada num enorme cartaz publicitário na Ponte de Sant'Angelo, em Roma, a poucos metros do Vaticano.
Um tribunal de Bruxelas decidiu em 2009 a proibição de uma história em BD da série Tintin porque é racista. A acção foi movida contra os editores do livro por um homem congolês que diz que "faz as pessoas pensarem que os negros não evoluíram"
O BD “Tintin no Congo” foi escrito em 1920 por Hergé, num período em que a Bélgica estava a colonizar o Congo. De facto, "Tintin no Congo" contém muitos exemplos de cenas ofensivas racistas e comentários xenófobos. Por exemplo, uma cena em que Tintin é mostrado a ensinar um grupo de crianças semi-nuas sobre sua pátria: a Bélgica.
Outra sequência em que um negro congolês estava deitado e a adorar o homem branco como um Deus e dizendo: "! homem branco bom homem mágico Grande Ele cura o meu marido!" o qual cão de Tintim responde: "Nós somos os heróis não são nós."
Em outra cena, o cão de Tintim é apresentado como um modelo e comparado aos negros congoleses em ética de trabalho, bom senso de responsabilidade.
O seu racismo ofensivo foi mostrado, não só perante os colonizados africanos, mas também perante os árabes do Golfo Pérsico, onde são retratados num esterótipo negativo e maldoso como indivíduos preguiçosos e imbecis, onde os "civilizados" europeus precisavam ser salvos por Tintin o bom e onde o arábes maus queriam ficar com o petróleo.
As livrarias britânicas foram obrigadas a vender a BD com uma advertência depois de a Comissão para a Igualdade Racial ter categorizado o seu conteúdo como ofensivo. Na Suécia grupos de direitos dos animais têm como alvo uma outra cena, onde Tintin caça um rinoceronte com dinamite.
Uma das grandes lendas da Fórmula 1, Michael Schumacher vencedor de 7 títulos mundiais recebeu em 2007, um presente inusitado: uma ilha artificial.
O presente foi dado pelo príncipe de Dubai, xeque Mohammed bin Rashid Al Maktoum.
A ilha faz parte de um arquipélago conhecido como "The World",que fica na costa dos Emirados Árabes. Ao que se sabe, o valor do terreno ultrapassa os US$ 7 milhões.
Evidentemente, Schumacher aceitou o presente do príncipe e tornou-o num dos sítios em que passa mais tempo. entretanro muitas mais figuras do jet-set internacional adquiriu casa nas ilhas, são exemplo Figo, David Beckham e o estilista Karl Lagerfeld...
“A morte é muito provavelmente a melhor invenção da vida”, afirmou Steve Jobs, em 2005, frente a uma plateia de estudantes da Universidade de Stanford, nos EUA. “Lembrar-me de que todos estaremos mortos em breve é a ferramenta mais importante que encontrei para me ajudar a fazer as grandes escolhas na vida”. O icónico fundador da Apple morreu no dia 5 de Outubro, com 56 anos, depois de anos com vários problemas de saúde relacionados com um tipo raro de cancro do pâncreas.
Jobs fundou a Apple aos 21 anos e ajudou a criar a indústria dos computadores pessoais. Foi despedido da empresa e chefiou o estúdio que criou Toy Story, o primeiro filme de animação moderno. Foi CEO da Apple até Agosto, cargo que tinha desde 1997, ano em que regressou à empresa e a salvou de uma situação difícil, lançando-a numa série de sucessos consecutivos. Pelo caminho, mudou o mundo da música e dos telemóveis.
É das peças de roupas mais icónicas do mundo da música. O casaco de cabedal vermelho que Michael Jackson usou no vídeo de “Thriller” foi leiloado este fim-de-semana em Beverly Hills, Califórnia, por 1,8 milhões de dólares (1,26 milhões de euros).
A venda ultrapassou as estimativas da leiloeira Julien's Auctions que apontava para os 200 mil e os 400 mil dólares (137 mil e 275 mil euros, aproximadamente). Parte do dinheiro conseguido será entregue à Reserva Shambala, local onde estão os tigres de Michael Jackson desde 2006, quando o músico deixou Neverland.
O casaco é um dos dois que Michael Jackson usou na rodagem do videoclip. Numa das mangas tem a assinatura do rei da pop, “Love Michael Jackson”, e nas costas uma pequena dedicatória escrita pelo próprio aos responsvaies pela seu guarda-roupa, Dennis Tompkins e Michael Bush.
Segundo a AFP, a peça foi comprada por Milton Verret, que tem como objectivo expor o casaco em vários hospitais pediátricos do mundo, angariando dinheiro as suas associações de caridade.
O leilão aconteceu exactamente dois anos depois da morte de Michael Jackson, que morreu aos 50 anos. As condições da sua morte ainda hoje são um mistério, sendo o médico pessoal, Conrad Murray, acusado de homicídio involuntário por ter administrado ao cantor o anestesiante propofol, que lhe provocaria a morte.
Esta não foi por isso a única peça da estrela a ser leiloada. Uma das famosas luvas que Jackson usava em apenas uma mão foi arrematada por 330 mil dólares (230 mil euros), dez vezes acima da estimativa. Uma nota escrita à mão por Michael Jackson a Elizabeth Taylor valeu 5625 dólares, cerca de 3925 euros.
Um revólver que pertenceu ao “gangster” norte-americano Al Capone foi vendido ontem à noite por 77 mil euros durante um leilão da Christie’ s em Londres.
O Colt .38 foi vendido por um coleccionador privado que entregou também uma carta de Madeleine Capone Morichetti, viúva do irmão de Al Capone, onde esta confirma que a arma “pertenceu a Al Capone” e que, durante a sua vida, só foi usada por ele.
Os registos do Colt .38 indicam que foi fabricado em Maio de 1929, meses depois do famoso Massacre do Dia de S. Valentim, em Chicago, quando sete pessoas morreram durante um tiroteio entre facções rivais, incluindo a de Capone.
O comprador preferiu ficar no anonimato e fez a sua licitação online.