. Como o Titanic se afundou...
. Navios carregados de prat...
. Um iate que é uma ilha mó...
Add blog to our blog directory
Aconteceu há 100 anos...
O iate mais caro do mundo é o Octopus e pertence a um dos fundadores da Microsoft, Paul Allen.
O Octopus é também o maior iate do mundo com 126 metros de comprimento, detendo o recorde desde 2003. A estimativa de preço do iate é mais de 140 milhões de euros.
O Octopus tem: 2 helicópteros; 7 embarcações pequenas; um submarino para 10 pessoas que é preparado para ficar submerso durante duas semanas. Um luxo para poucos. Para manter o iate e a tripulação de 60 pessoas, Paul Allen gasta 13 milhões de euros por ano. Não é para quem quer é para quem pode...
A descoberta foi feita pela empresa norte-americana Odyssey Marine Exploration (OME), especializada no resgate de cargas valiosas. É a mesma que conseguiu encontrar os destroços do “SS Gairsoppa” no final de Setembro, também afundado por um torpedo alemão, mas em 1941, na viagem de regresso da Índia.
A história dos dois navios é idêntica: ambos britânicos, ambos atacados no Atlântico Norte por alemães durante conflitos de escala mundial, transportando quantidades significativas de prata. A grande diferença está no tamanho da carga do “SS Gairsoppa”, que se tornará na maior e mais valiosa alguma vez recuperada do fundo do mar, caso a operação de resgate seja bem sucedida. São 240 toneladas de prata, avaliadas em 170 milhões de euros.
A OME foi contratada para trabalhar nestes projectos pela Secretaria de Estado dos Transportes do Reino Unido. O que não significa que os tesouros pertencem ao erário britânico. O acordo firmado com a empresa norte-americana, por concurso público, estipula que 80% do valor da carga recuperada fica nas mãos da OME.
É uma prática comum. A empresa arrisca – monta a operação sem conhecer ao certo a localização dos navios afundados, paga todas as despesas, responsabiliza-se pela documentação e a publicitação da carga – e, caso a consiga recuperar, fica com o grosso do seu valor.
O resgate da prata do “SS Mantola” está agendado para a próxima Primavera, tal como o da carga do “SS Gairsoppa”. O navio agora encontrado está a mais de 1,6 quilómetros de profundidade.
O cargueiro encalhado ao largo da Nova Zelândia está a derramar para o mar cada vez mais combustível. O Governo considera que este é o pior desastre ambiental marinho do país e prepara-se para uma “tragédia” iminente na vida selvagem.
O “Rena”, com pavilhão da Libéria e 1770 toneladas de combustível a bordo, encalhou num recife ao largo de Tauranga, na ilha Norte, a 5 de Outubro e já derramou, pelo menos, 200 toneladas de fuelóleo para o mar.
Hoje, o combustível está a ser libertado a um ritmo cinco vezes superior em relação aos primeiros dias, informou Nick Smith, ministro do Ambiente neozelandês, citado pelo jornal “New Zeland Herald”.
Acidentes com navios acontecem desde que o homem abriu o seu caminho pelos mares. Com o tempo as embarcações cresceram e chegam a tamanhos espetaculares. Logicamente quando algo corre mal, as proporções dos acidentes são absurdas.
Aqui ficam algumas imagens belas, mas assustadoras de navios encalhados ou naufragados pelo mundo...
Preferia um navio cruzeiro ou uma ilha tropical? Não pense mais nisso. No novo conceito da Yatch Island Design pode passear numa praia simulada ou tomar banho na cascata de um vulcão.
A empresa Yacht Island Design apresentou recentemente o seu mais recente conceito para um paraíso náutico. Trata-se do “Tropical Island Paradise”, um iate-ilha de 90 metros só para 10 passageiros que atinge uma velocidade máxima de 15 nós, ou seja, cerca de 28 quilómetros por hora.
fonte: Stella Leite